Performance

31/10/2017

*Por Leonardo Matta, profissional de Educação Física convidado pela Optimum Nutrition

O termo treinamento funcional se mantém entre as maiores tendências do ramo fitness desde 2010. Mas será mesmo que o produto “treinamento funcional” desempenha as verdadeiras funções a qual as bases científicas suportam?

A nossa musculatura é organizada em cadeias musculares, onde os músculos se encontram fixados nos ossos e um está ligado ao outro. Nenhum músculo se move sozinho, sempre que um deles se contrai gera movimento e acomodação em outros músculos, formando um conjunto. Os músculos organizam-se em cadeias musculares, responsáveis por manter o corpo em equilíbrio. Essas cadeias otimizam a ação de um grupo muscular, tanto na estática quanto na dinâmica — isso nos mostra a globalidade do corpo humano. Desta forma, qualquer alteração em um desses componentes da nossa postura nos causa um desequilíbrio.

Esses desequilíbrios podem ser gerados de várias maneiras, como treinar apenas em máquinas, expor o corpo apenas aos mesmos estímulos, entre outros.

No Treinamento Funcional Personalizado, a maioria dos exercícios é integrada, porém alguns são mais perceptíveis do que outros. Esses exercícios nos trazem uma gama de benefícios à condição física e à estrutura do corpo, tornando-o mais forte de um ponto de vista global. Mas devem ser encaixados de forma criteriosa e organizados nos programas de treinamento de acordo com o perfil de cada pessoa.

Todas as pessoas que praticam o Treinamento Funcional Personalizado executam exercícios integrados constantemente e têm um potencial de geração de força, consciência corporal, sincronismo muscular, equilíbrio e coordenação motora bem desenvolvida.

O papel do profissional de Educação Física é entender mais sobre todas as relações e transferências de força, fisiologia, biomecânica e neurofisiologia do movimento, para então prescrever o verdadeiro treinamento funcional baseado nas demandas individuais.

Bom treino!

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